domingo, fevereiro 22, 2009

Fazendo o Amanhã, Talvez.


Nos dias 07 e 08 de fevereiro foi gravado o vídeo "Amanhã, Talvez", segundo curta-metragem do projeto Contos de Bairro que realizará três curtas baseados em três contos de escritores da zona sul de São Paulo. "Amanhã, Talvez" é escrito por Sérgio Vaz, adaptado e dirigido por Rogério Pixote.

Sinopse

Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, controle remoto, controle remoto, bebida, boteco. As vezes a mulher, as vezes os filhos, as vezes. Controle remoto, bebida, TV, um anjo. Um anjo e a vida de Manoel.


Direção: Rogério Pixote; Fotografia: Renato Candido; Produção: Daniela Embón, Peu Pereira, Rafael Franja; Fotografia Still, Elétrica e Claquete: Paulo Rodrigo; Figurino e Arte: Íza Joy.

Elenco: Tatiana Godói, Sérgio Carozzi, Evânio Teles.

E mais uma porrada de gente que ajudou antes, durante e os que não sabem, mas ainda vão ajudar muito.

Confira as fotos de Luciana Dias e Paulo Rodrigo.



Evânio Teles

Sérgio Carozzi, Rogério Pixote e Evânio Teles.


Sérgio CarozziJoy Íza, Sérgio Carozzi e Evânio Teles.



Renato Cândido no ballet do enquadramento.

Tatiana Godói

Rafael Franja, Daniela Embón e Carozzi.


Para saber mais sobre Contos de Bairro clique aqui

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Últimos filmes que assistimos

Uma das tarefas mais gostosas que o Cine Becos nos proporciona é o pensar sobre os filmes que iremos exibir, ou seja, é preciso ter na cabeça, no coração e no olhar títulos que nos tocam a ponto de querermos dividí-los com outros.
Confesso: não é tão fácil.
Isto porque o filme é sempre definido no encontro. Como na literatura, o sentido do filme é construído por quem o assiste, e dialoga com ele.
Somos algumas cabeças e corações com certa sintonia cinematográfica e quase sempre chegamos a um título eleito sem grandes discordâncias.

Nos últimos dias partilhamos algumas sessões: Videolência produzido pelos parceiros do NCA , Viver a Vida do Godard e por fim Brasilia 18% de Nelson Pereira dos Santos. Títulos bem variados: o primeiro fala de nós, o segundo nos remete a um jeito de fazer cinema audaz e que marca a linguagem cinematrográfica e o terceiro é um experimentação ficiconal de um importante percussor do cinema novo brasileiro.

O vídeo do Fernando, Daniel e do Diego nos coloca na tela, nos dá voz e registra um momento histórico na relação que temos com o vídeo e com o cinema: podemos propor sentidos e não mais sermos só expectadores. Misturamos ficcção e entrevistas documentais, desconstruímos a linguagem já estabelecida.




O filme do Godard nos remete a outro "A paixão de Joana D´Arc" ambos falam de mulheres sem liberdade, por meio do silêncio, de intertítulos, dos fins trágicos, e nos tocam pelo olhar das protagonistas: por eles vemos suas almas.





O terceiro filme que partilhamos nos colocou numa situação embaraçosa frente ao diretor de Rio 40 Graus e Memórias do Cárcere... Pois é, em cinema, o nome do diretor é apenas um indicativo do tipo de filme que você poderá assitir, mas nunca pode ser uma referência absoluta no que diz respeito a qualidade da obra. Vários lances ouvidos: "noosssssssssa não acredito", "mas que luz é essa", "essas explicações no meio do filme é que matam", "mas que protagonista mais babaca", e por aí vai...

Não preciso nem dar pista sobre qual o próximo filme iremos assistir.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Protesto de Paraisópolis

Favela Paraisópolis em São Paulo

Manchete do cretino jornal SPTV da Rede Globo em sua versão noturna do dia 02/02/2009:
Vandalismo em Paraisópolis, moradores queimaram carros...

Por quê? Essa pergunta eles não responderam.


Protesto nas periferias de Paris há um tempo atrás

Mexeu com nóis é roça, de um jeito ou outro, hoje ou amanhã.