quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Nelson Rodrigues no Itaú Cultural
A obra, apresentada pela primeira vez em 1943, é uma tragédia sobre a memória de Alaíde, mulher recém-casada que sofre um acidente e é submetida a uma cirurgia. A história não corre linearmente, mas dividida em três planos: memória, alucinação e realidade. Para essa encenação a companhia propõe uma abordagem contemporânea do texto original ao mesclar os planos e usar recursos tecnológicos.
Vestido de Noiva,de Nelson Rodrigues
direção Rodolfo García Vázquez
sexta 8 a domingo 17 19h30 sala itaú cultural [255 lugares]
Itaú Cultural avenida Paulista 149 [ingresso distribuído com meia hora de antecedência]classificação indicativa: 16 anos
ficha técnica
elenco: Cléo de Paris, Ivam Cabral, Nora Toledo, Alberto Guzik, Silvanah Santos, Phedra D. Córdoba, Laerte Késsimos, Gisa Gutervil, Denis Guimarães, Lara Giordana, Paulo Ribeiro, Renata Novaes, Ricardo Leandro, Thiago Guastelli.
participação especial: Norma Bengell
cenografia: Marcelo Maffeifigurino Silvanah Santos
iluminação: Rodolfo García Vázquez
vídeo: Laerte Késsimos
"...é maracatu, olha o baque sinhô, Umoja chegou!

Novos shows, novo figurino, novos instrumentos, novos rítmos. O povo do Umoja não descansa . Êta cansaço bom ! O cansaço de calejar as mãos de tanto tocar tambor, dos músculos trêmulos de tanto sambar...a voz que não cala nunca, mesmo depois de ensaios diários, por horas a fio .
Isso é Umoja ! Cambada de malucos pela cultura popular brasileira. Malucos, por aprender cada vez mais, e dividir com o mundo o que o Brasil tem de melhor; sua riqueza cultural .
OFICINA DE MARACATU NAÇÃO, a primeira de 2008 .
Um pouco da história do Maracatu Nação, e a origem dos rítimos.Prática dos instrumentos utilizados no Baque Virado . Noções de rítimo e tempo .
Atividade Gratuíta .
Local : Bloco do Beco - Rua Salgueiro do Campo, 383 - Jd.Ibirapuera
Data : 13/02/2008
Horário : 18 às 20hs
Oficineira : Mônica Santos (Percussionista / Arte Educadora)
"Simbora" povo ! O único pré requisito é querer aprender...até lá !
Hospital da Gente. Teatro em Taboão

Contos/Cantos: Marcelino Freire, Obras “Angu de Sangue”, “Balé Ralé” e “Contos Negreiros”.
Direção: Mário Pazzini
Elenco: Alaissa Rodrigues, Josy Nonatto, Maira Galvão, Martinha Soares, Natalia Kesper, Naloana Lima e Naruna Costa.
Hospital da gente é um espetáculo marginal, que foi construído a partir dos desconcertantes contos/cantos do escritor brasileiro Marcelino Freire.
Foram escolhidas as mulheres de Marcelino para cantarem seus vexames entre becos e barracos, e bares, e vielas de uma favela, como tantas outras, (quiçá todas), FENIX.
O Grupo Clariô de Teatro criou um espaço cênico para a realização da peça. È uma casa com capacidade para 25 pessoas em um típico bairro de periferia.
Com músicas compostas pelo grupo durante o processo de pesquisa do espetáculo, A peça propõe uma visita, uma parada na linha de tiro, para tentar entender a partir do avesso, o que é a violência!
Aviso do Grupo: Se chover não vá! Risco de ENCHENTE.
Estréia dia 23 de fevereiro de 2008.
Endereço: Rua Santa Luzia,96 – Taboão da Serra (final da Prof. Fco. Morato, próximo ao Extra)
Temporada de 23/02 à 31/08 de 2008.
Lotação: 25
Duração: 1h20
Endereço: Rua Santa Luzia,96 – Taboão da Serra (final da Prof. Fco. Morato, próximo ao Extra)
Sáb: 21h e Dom: 20h
Ingresso: 20,00 (inteira) 10,00 (meia)
Estacionamento em frente ao local.
Reservas: 7651-8619
Classificação: 12 anos
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO SÓ NÃO VAI QUEM JÁ MORREU: A JUVENTUDE NEGRA DA BAHIA

Sérgio Vaz
Poeta da periferia
leia mais sobre o tema na revista Carta Capital desta semana (do caralho!)
Leia texto "Bahia: a matança continua" de Vilma Reis no blog do Maka (http://www.gramaticadaira.blogspot.com/)
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Arme-se!
Pascale Krémer / Le Monde
Reformulemos os clichês. Na periferia, os jovens não rodam só sobre a cabeça, no estilo hip-hop. Eles também rodam filmes. Médias, curtas, supercurtas metragens de ficção, mas também documentários e reportagens. Vendidos em forma de DVD, e principalmente divulgados de graça em sites da internet, que às vezes parecem verdadeiros canais de TV na Web, em videoblogs ou sites de compartilhamento como Dailymotion... Qualquer que seja a forma e o suporte final, com modos de organização variados (coletivo informal, associação, ateliê de centro cultural municipal), a criação de vídeo ferve nas periferias.
Depois do esporte, da música, da moda, a idéia de que é possível se exprimir, ganhar um reconhecimento social -e por que não?, a vida- graças ao audiovisual toma corpo. Prova disso é a oferta atual de diversos festivais de curta-metragem na França. Como o Regards Jeunes sur la Cité, do Oroleis (estrutura afiliada à Liga do Ensino): 120 curtas sobre os bairros em competição, "porque não podemos receber mais", explicam. "Mas há cada vez mais criações, cuja qualidade melhora a cada ano."
Não é preciso procurar muito para encontrar os principais motivos desse entusiasmo. As ferramentas, câmeras digitais e software de edição se democratizaram, seus preços desabaram e sua utilização foi simplificada ao extremo.
A força da imagem
Outra evidência: os jovens das periferias, como todos os outros, pertencem à geração da imagem, onipresente em seu cotidiano -televisão, videogames, internet, celulares... Ela é sua forma de expressão natural, enquanto a escrita muitas vezes os desanima. É preciso, por exemplo, entender como o coletivo En Attendant Demain [Esperando o amanhã], da periferia de Bordeaux, concebe suas engraçadas minificções: "Nós contamos situações. Improvisamos, os diálogos surgem. Filmamos. Depois transcrevemos. E depois filmamos para valer. Porque se começarmos diretamente pelo texto, isso exclui alguns jovens".
Reconquista de uma linguagem que não é a do ensino tradicional, e da qual eles captaram toda a força. Mas também trabalhos com benefícios terapêuticos para sua própria imagem, afim de contrabalançar a veiculada nas mídias. A campanha presidencial de 2002, em que a temática da insegurança foi tão presente, e sobretudo os tumultos do outono de 2005 e depois 2007, deixaram marcas. Desilusão, desconfiança no melhor dos casos, desprezo muitas vezes, ou mesmo franca hostilidade: os jovens das "cités", que têm a impressão de serem incessantemente estigmatizados, não cultivam em relação à mídia, e principalmente a televisão, os melhores sentimentos. Um deles, hoje autor de reportagens, resume, lapidar e definitivo: "O jornalista é alguém que vai contar idiotices sobre os jovens, que os trai. Como o policial".
Exasperação
Passando para trás da câmera, eles se reapropriam de sua imagem. Por que esperar uma evolução na qual não acreditam mais, quando podem criar suas próprias mídias alternativas? "Depois de 2005, dissemos chega, não deixaríamos mais que falassem da gente daquele jeito, de uma maneira prejudicial, violenta! Que a palavra devia vir de dentro", afirma Ernesto Oña, do coletivo En Attendant Demain. "Sabemos que hoje a imagem é o poder. A grande mídia. Daí a idéia de nos apoderarmos dela, de tomar o controle. É um ato político. Uma espécie de golpe!"
Omar Dawson, 29, brilhante súdito britânico, chegou à "cité" Grande Borne, em Grigny (departamento de Essonne), aos 5 anos. Depois de um diploma de comércio internacional e um ano de experiência profissional na América do Sul, ele envia 200 currículos e recebe uma única oferta, para telemarketing temporário.
"Eu não mandava foto, só meu nome e o endereço, isso dá indícios. Minha motivação para criar o site na Web veio daí. Essa dramatização do problema da insegurança em nossa periferia nos prejudica. É impensável que as pessoas façam carreira levando preconceito a toda uma população! Não negamos os problemas, mas eles não se comparam com o que foi descrito!"
A exasperação diante da mídia tradicional: é o ponto comum de todos esses jovens que se apoderam da câmera. Basta tocar no tema e surge uma chuva de críticas. Os jornalistas trabalham com pressa, não têm tempo de conversar com as pessoas, de pesquisar, não conhecem nada da periferia, só vão lá quando há confusão, servem a interesses comerciais e políticos, só se interessam pelo espetacular que pode confirmar seus preconceitos, os eternos estereótipos sobre a periferia e seus habitantes -um mundo à parte de violência, de delinqüência, de sofrimento, povoado por estupradores, traficantes, ladrões e radicais encapuzados... A ponto de usar atalhos e truques técnicos para obter a imagem e o objetivo esperados.
"Não acreditamos mais na mídia"
Cada um tem sua história, o evento detonador da tomada de poder midiático. O borbulhante Mourad Boudaoud, 21, que sonha ser ator, ou talvez diretor, e atualmente filma temas para o site Regards2banlieue, lembra-se de uma reportagem sobre um traficante em seu bairro. Em segundo plano, via-se um canal. Acontece que não há canais em sua "cité". Sadio Doucouré, uma jovem que trabalha para os Engraineurs, em Pantin (departamento de Seine-Saint-Denis), e coloca como premissa "Não acreditamos mais na mídia", conta que antes das eleições de 2002 uma jornalista da televisão pública veio ao bairro de Courtillières (Pantin).
Bandos rivais acabavam de se enfrentar na Défense (Paris). "Ela estava sob pressão. Veio a Pantin porque é perto de Paris, porque é fotogênico e não há grandes malandros que roubam as câmeras. Ela interrogou alguns garotos na saída do colégio. Evidentemente, eles estavam superanimados. Ela perguntou como eles acertavam suas diferenças. 'Passamos pelo arsenal!', fanfarronou uma menina, para ter certeza de que sairia na TV. A jornalista não insistiu, e à noite, no JT, havia um esconderijo de armas em Courtillières..." Os Engraineurs fizeram disso uma reportagem e um docu-ficção, "Sale réput" [Suja reputação], com a atriz Isabelle Carré.
É "para dominar as imagens que saem" que Sadio faz filmes hoje. "Para mostrar as coisas como são, sem negar a realidade de uma periferia de exilados, precisando de renovação, reservada às pessoas originárias da imigração. Para falar da vida simplesmente. Eu vivo na 'cité'. E não tem nada a ver com o que mostram. O problema é que depois de todas essas reportagens as pessoas têm medo de vir aqui, o que reforça a ruptura entre nós e os outros. E depois, forçosamente, as pessoas acreditam na imagem que divulgam delas. Elas se identificam."
Imagens chocantes
Omar Dawson foi marcado pela passagem pela Grande Borne de uma jornalista de um semanário de grande circulação. "Ela ficou vários meses, foi bem recebida. E no final saíram uma matéria intitulada 'Eu vivi na cidade do medo' e um livro de pura ficção. Muitas pessoas se sentiram traídas. Ela falava de crianças apavoradas que dormiam com uma faca de cozinha na mão. Uma foto em contraluz de um monte de pedras em um estacionamento em reforma se transformou em 'Certas partes de Grigny parecem devastadas pela guerra'!"
Chocado por essa encenação, Omar filma "Grignyfornia", uma comédia de 80 minutos sobre o funcionamento da mídia e seu impacto sobre os jovens da periferia. Ou como dois espertos financiam suas férias em Cuba ("Chega de passeios a Trouville com a prefeitura!") vendendo às televisões as imagens chocantes que elas adoram. Choques e guerras de gangues mais reais que as de verdade, entrevistas fraudulentas de radicais que exigem cursos de pilotagem e treinam os meninos do bairro para se atirar contra muros de patinete...
Sucesso individual
Depois, em dezembro de 2007, em um pequeno lugar emprestado pela prefeitura, com algum dinheiro da mesma e do conselho geral de Essone, Omar Dawson lança Icetream TV, um canal de TV "das culturas urbanas" na internet. "Uma TV de bairros, e não do bairro", explica. "Uma mídia participativa, para que parem de falar do nosso lugar. Quando as pessoas sabem que têm uma possibilidade de se exprimir, a coisa funciona. Um jovem que participou dos tumultos veio nos propor uma idéia de tema: como e por que começam os tumultos!"
Mourad Lakehal, sócio de Omar nessa aventura, apresentador cômico estreando na Icetream TV, sonha em "dessimplificar as coisas". "Sinceramente, não é o país dos sonhos, mas gosto muito de Grigny. Eu vejo todo um potencial, a riqueza das pessoas."
Destin Ndza também os vê, ele que produz reportagens para a Regards2banlieue. "Mudar a periferia, não vamos conseguir falando só de carros em chamas. Nesses bairros há uma energia que precisamos ecoar." Então descobrimos em todos esses sites uma série de iniciativas associativas ou empresariais felizes. Uma solidariedade entre os moradores.
Belos casos de sucesso individual. Uma verdadeira criatividade artística entre os jovens. Em suma, tantos temas positivos que, sob o fogo da crítica, as próprias mídias clássicas começam a propor. Mas o que marca nessa produção de vídeo que deveria restabelecer uma espécie de verdade sobre a periferia é o humor, o formidável sentido de autozombaria com o qual são tratadas as questões, aliás onipresentes, da discriminação e da exclusão social.
Os jovens não se apresentam obrigatoriamente como vítimas da sociedade. A autocrítica domina. "O humor é o fundo do desespero. Rimos de nossas próprias tristezas porque se não rirmos enlouquecemos. É kafkiana a vida na periferia, é de enlouquecer! E depois é melhor fazer os outros rirem do que culpá-los, isso os toca mais: já os faz entrar em nosso universo. De repente, temos algo em comum", entusiasma-se um dos fundadores do coletivo En Attendant Demain, que produz pequenos quadros cômicos da vida no bairro -onde os jovens aparecem sob uma luz pouco lisonjeira mas terrivelmente humana.
Humor e ironia
Rimos francamente desde o início desse documentário (De la Cité à la Campagne) de CitéArt, associação de Vigneux-sur-Seine (Essonne), quando os jovens instalados em um carro para ir filmar no interior percebem de repente que nenhum deles tem carteira de motorista. Ou diante do videoblog dos Shaolyn Gen-Zu (no site www.vsd.fr). Esses cinco "rappers" de Clichy-Montfermeil (Seine-Saint-Denis) se filmam em suas cansativas tribulações cotidianas para divulgar seu disco: seus atrasos patológicos ("Que horas são? Mas que horas são?", um deles se enerva, no escuro, fechado em um armário por seus colegas exasperados por tê-lo esperado demais).
A venda do CD sobre caixotes no mercado. A turnê pelas Fnac da França para colocar seu disco ("Todas as Fnac nos dizem para procurar outra Fnac. Mas, bom, a gente não sossega!"). Seu show na Festa do l'Humanité, na entrada da qual eles não conseguem convencer ninguém de que são artistas esperados. E onde se pode almoçar um menu de ostras e lagostim. "32 euros! 32 euros por camarões?"
Cúmulo da ironia: a televisão, que involuntariamente provocou todas essas novas vocações, começa a se interessar de perto por essa produção. Recentemente, a TF1 anunciou a intenção de procurar na periferia jovens roteiristas e diretores de talento. O Canal+ localizou a equipe do En Attendant Demain e encomendou três ficções de 26 minutos, que transmitirá em junho. Um belo começo de revanche para a periferia.
Fonte: Le Monde
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves / UOl Mídia Global
sexta-feira, janeiro 25, 2008
CARNAVAL DO BLOCO
A partir das 14h na rua Salgueiro do Campo, 383 - Jardim Ibirapuera.
É só chegar.
terça-feira, janeiro 22, 2008
NA NET! ENTREVISTA COM GOG
Dê uma olhada.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
sexta-feira, janeiro 18, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
CASA DAS ÁFRICAS
quarta-feira, janeiro 16, 2008
"Quem não for tá ferrado!"
Mais informações:
www.colecionadordepedras.blogspot.com
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Lançamento do livro Punga
Aí vai o vídeo jornal do CineBecos sobre o lançamento do livro Punga, de Elizandra Souza e Akins Kinté pela maravilhosa Edições Toró com apresentação de Denegri, Débora Marçal e Priscila Preta, Amandla, Duo Abanã, muita gente.
A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA
É no ritmo da postagem abaixo que mando um trecho do documentário A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA de Kim Bartley e Donnacha O'Briain sobre o golpe midiático contra o presidente venezuelano Hugo Chávez.
RODRIGO VIANNA: TV DA VENEZUELA É MAIS PLURAL QUE A DO BRASIL
Essa vem do blog Conversa Afiada do jornalista Paulo Henrique Amorim
O repórter especial da TV Record, Rodrigo Vianna, fez uma série de reportagens para o Jornal da Record na Venezuela, durante o referendo sobre a emenda constitucional proposta por Hugo Chávez e que previa a reeleição ilimitada. As quatro reportagens foram veiculadas pelo Jornal da Record entre o final de dezembro e o início deste mês.
Rodrigo Vianna disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta terça-feira, dia 09, que a TV venezuelana é mais plural do que a TV brasileira.
Segundo Vianna, há dois blocos de TVs: um bloco das TVs privadas, de oposição a Chávez e outro bloco de TVs estatais, que apóiam o Presidente da Venezuela.
"Existe na mídia venezuelana dois campos muito bem demarcados. De um lado você tem TVs privadas, especialmente a Globovisión e o que sobrou da RCTV, são as duas TVs privadas que batem, mas batem o tempo todo, não se ouve o Governo, é pancada o tempo todo no Governo do Hugo Chávez. E de outro lado tem as estatais", disse Vianna.
Segundo Vianna, as TVs estatais são três: Venezoelana de Televisión (VTV), a TVES, que ocupou o sinal da antiga RCTV e a Vive TV, que tem uma programação mais cultural.
Rodrigo Vianna disse que a VTV não é maior do que as comerciais, mas, ao contrário do que ocorre no Brasil, essa emissora estatal briga pelo segundo e terceiro lugar na disputa pela audiência. "Ela funciona como um contraponto na Venezuela, realmente... Quem bate muito é a Globovisión, que curiosamente tem esse mesmo nome", disse Vianna.
Vianna disse que os dois blocos de TVs "não se comunicam". Ou seja, quando critica o Governo, as TVs de oposição não dão espaço ao Governo. E quando as TVs estatais defendem o Governo, não dão espaço para a oposição.
Segundo Vianna, o espectador venezuelano fica melhor informado que o brasileiro, porque pode ter acesso às duas versões diferentes.
Leia a íntegra da entrevista com Rodrigo Vianna:
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/473001-473500/473128/473128_1.html
domingo, janeiro 13, 2008
ALESSANDRO BUZO. VIRADO NO SARUÊ/MILTON SANTOS/SURPLUS
Deixo aqui uma lista com os entrevistados e os respectivos blogs para você conferir.
1 - Toni C no Buzo Entrevista
2 - Paulo Lins no Buzo Entrevista e Suburbano Convicto
3 - Dudu de Morro Agudo no Suburbano Convicto
4 - Grupo "Inquerito" no Buzo Entrevista
5 - Escritor Fernando Bonassi no Literatura Periférica.
6 - Grupo "Herdeiros na Missão" no Buzo Entrevista
7 - Graffiteiro BONGA no Buzo Entrevista
8 - Poeta Rodrigo Ciriaco no Literatura Periférica
9 - Poeta Sérgio Vaz no Suburbano Convicto
10- Escritor Sacolinha no Suburbano Convicto
11- Escritor Michel da Silva no Literatura Periférica.
12- DJ PASTOR ANDERSON HIP HOP no Buzo Entrevista
13- Rapper e Militante TERNO no Buzo Entrevista.
14- Grupo "AO CUBO" no Suburbano Convicto
15- Escritor Róbson Canto no Literatura Periférica.
16- Escritor e dono de Sebo Jonilson Montalvão no Literatura Periférica.
17- Rapper Hannah Lima no Buzo ENtrevista
18- Escritor Marcelino Freire no Suburbano Convicto.
Pensando no querido Buzo e todo o seu corre no mundo virtual, mando de lambuja o trailer do filme Entrevista com Milton Santos: O mundo globalizado visto do lado de cá, do Silvio Tendler. Acabou de sair do cinema.
E laiá! o filme com o geógrafo Milton Santos me fez lembrar de outro que já foi exibido no CineBecos, o Surplus. O documentário é uma obra prima que discute a globalização e o consumismo. Muito louco!
sexta-feira, janeiro 11, 2008
O delinqüente Bush
Por aí vai
Ainda durante as aulas saia com minha cota da bilioteca, no corre contra o prejuízo histórico. Trombo um ser do segundo ano da graduação afoito, me pergunta como é que se acha um livro, o que precisa para tirar a carteirinha.
FILHO DA PUTA!!!
A PUC botando pr fora uma pá de amigos meus que deram o sangue pra tá lá e o desgraçado, inútil, vizinho da universidade não sabe o que fazer quando entra na biblioteca.
interpretei como ponto pra nós, foi o jeito que encontrei para não xingá-lo.
Por aí vai!





