sábado, abril 25, 2009

CineBecos em abril é...


Na persistência, na resistência, na louccura, na gana e sem holofotes o CineBecos, muitas vezes Cinema no Lombo, apresenta em abril Tainá pra molecada e logo depois, às 19h o Kantuta, trampo que contou com a participação de nosso Parceiro Renato Cândido.
É nesse domingão e na faixa.

sexta-feira, março 27, 2009

Ouro de Cobre do Ganu

Ganu, artista plástico e parceirinho de longa data sempre trincou com a gente, levou seu trampo e de outros camaradas com muito carinho pra expor numa exibição do CineBecos na Casa de Cultura de M Boi, os quadros e artefatos dividiram espaço com os vídeos Panorama: Arte na Periferia e 2 Meses e 23 Minutos.

Agora, o pintor insaciável nos convida para a abertura de sua exposição "Ouro de Cobre", lá perto da Avenida Consolação.

Ganu, vc merece inúmeras outras!

quarta-feira, março 25, 2009

segunda-feira, março 23, 2009

CiNECUFA abre inscrição

A Toró no arrebento

"Edições Toró pede licença e convida pra chegar nos puxadinhos mais recentes do nosso sítio. O www.edicoestoro.net"

É asssim que se inicia o e-mail com a divulgação do SÍTIO de um dos grupos mais significativos que conheço. A inquieta Toró, não se contetentou em lançar 15 livros de autora(e)s da literatura marginal, literatura periférica... pessoas que constróem e movem os saraus que burbulham nas quebradas, subúrbios, morros, periferias adentro e agora se envolve na rede.

No SÍTIO, podemos encontrar entrevistas em áudio, livros para download, vídeos, dissertações e teses acadêmicas.

As postagens desse mês são:

RECITAIS

Elizandra Souza e Akins Kinté

PESQUISAS

Mei Hua - “A Literatura Periférica na Escola”
Érica Peçanha do Nascimento - “ Literatura Marginal: Os escritores da periferia entram em cena”
Allan da Rosa - “Imaginário, Corpo e caneta: Matriz Afro-brasileira em Educação de Jovens e Adultos”.

ENTREVISTAS
Movimento Hip Hop e Cinema

Gaspar (Záfrica Brasil)
Tiely Queen (HipHopMulher)
Mateus Subverso (Posse Suatitude – Edições Toró)
Rogério Pixote (Cine Becos e Vielas, diretor de “Dois meses e 23 minutos”, “Laroyê” e “Tá me ouvivendo?”)
Daniel Fagundes (Integrante do NCA, Núcleo de Comunicação Alternativa, co-diretor de “Videolência”, diretor de “Cosmolho” e “Sonho de Várzea”)
Luiz Barata ( Educador em Cinema e Vídeo, trabalha atualmente na entidade Ação Educativa)

domingo, fevereiro 22, 2009

Fazendo o Amanhã, Talvez.


Nos dias 07 e 08 de fevereiro foi gravado o vídeo "Amanhã, Talvez", segundo curta-metragem do projeto Contos de Bairro que realizará três curtas baseados em três contos de escritores da zona sul de São Paulo. "Amanhã, Talvez" é escrito por Sérgio Vaz, adaptado e dirigido por Rogério Pixote.

Sinopse

Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, controle remoto, controle remoto, bebida, boteco. As vezes a mulher, as vezes os filhos, as vezes. Controle remoto, bebida, TV, um anjo. Um anjo e a vida de Manoel.


Direção: Rogério Pixote; Fotografia: Renato Candido; Produção: Daniela Embón, Peu Pereira, Rafael Franja; Fotografia Still, Elétrica e Claquete: Paulo Rodrigo; Figurino e Arte: Íza Joy.

Elenco: Tatiana Godói, Sérgio Carozzi, Evânio Teles.

E mais uma porrada de gente que ajudou antes, durante e os que não sabem, mas ainda vão ajudar muito.

Confira as fotos de Luciana Dias e Paulo Rodrigo.



Evânio Teles

Sérgio Carozzi, Rogério Pixote e Evânio Teles.


Sérgio CarozziJoy Íza, Sérgio Carozzi e Evânio Teles.



Renato Cândido no ballet do enquadramento.

Tatiana Godói

Rafael Franja, Daniela Embón e Carozzi.


Para saber mais sobre Contos de Bairro clique aqui

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Últimos filmes que assistimos

Uma das tarefas mais gostosas que o Cine Becos nos proporciona é o pensar sobre os filmes que iremos exibir, ou seja, é preciso ter na cabeça, no coração e no olhar títulos que nos tocam a ponto de querermos dividí-los com outros.
Confesso: não é tão fácil.
Isto porque o filme é sempre definido no encontro. Como na literatura, o sentido do filme é construído por quem o assiste, e dialoga com ele.
Somos algumas cabeças e corações com certa sintonia cinematográfica e quase sempre chegamos a um título eleito sem grandes discordâncias.

Nos últimos dias partilhamos algumas sessões: Videolência produzido pelos parceiros do NCA , Viver a Vida do Godard e por fim Brasilia 18% de Nelson Pereira dos Santos. Títulos bem variados: o primeiro fala de nós, o segundo nos remete a um jeito de fazer cinema audaz e que marca a linguagem cinematrográfica e o terceiro é um experimentação ficiconal de um importante percussor do cinema novo brasileiro.

O vídeo do Fernando, Daniel e do Diego nos coloca na tela, nos dá voz e registra um momento histórico na relação que temos com o vídeo e com o cinema: podemos propor sentidos e não mais sermos só expectadores. Misturamos ficcção e entrevistas documentais, desconstruímos a linguagem já estabelecida.




O filme do Godard nos remete a outro "A paixão de Joana D´Arc" ambos falam de mulheres sem liberdade, por meio do silêncio, de intertítulos, dos fins trágicos, e nos tocam pelo olhar das protagonistas: por eles vemos suas almas.





O terceiro filme que partilhamos nos colocou numa situação embaraçosa frente ao diretor de Rio 40 Graus e Memórias do Cárcere... Pois é, em cinema, o nome do diretor é apenas um indicativo do tipo de filme que você poderá assitir, mas nunca pode ser uma referência absoluta no que diz respeito a qualidade da obra. Vários lances ouvidos: "noosssssssssa não acredito", "mas que luz é essa", "essas explicações no meio do filme é que matam", "mas que protagonista mais babaca", e por aí vai...

Não preciso nem dar pista sobre qual o próximo filme iremos assistir.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Protesto de Paraisópolis

Favela Paraisópolis em São Paulo

Manchete do cretino jornal SPTV da Rede Globo em sua versão noturna do dia 02/02/2009:
Vandalismo em Paraisópolis, moradores queimaram carros...

Por quê? Essa pergunta eles não responderam.


Protesto nas periferias de Paris há um tempo atrás

Mexeu com nóis é roça, de um jeito ou outro, hoje ou amanhã.

sábado, janeiro 24, 2009

Tá me ouvi-vendo?

Rogério Pixote, Luciana Dias, Marcelino Freire e Glauber Rocha no mesmo balaio.

Vídeo-poesia (ou como queira chamar) realizado com eixo no texto Trabalhadores do Brasil, de Marcelino Freire em diálogo com os filmes Terra em Transe e Di-Glauber, de Glauber Rocha. A interpretação fica por conta de Luciana Dias e Rogério Pixote criou as peças e montou o quebra-cabeças.

A proposta foi trabalhar os conceitos do texto O Filme-Ensaio, de Arlindo Machado, a montagem nuclear do Glauber Rocha para discutir o negro/povo brasileiro e a sua relação com os ditos intelectuais.

Bem, é mais ou menos por aí...
Assista e me diga se faz algum sentido.


quinta-feira, janeiro 08, 2009

quarta-feira, novembro 26, 2008

sexta-feira, novembro 21, 2008

Mostra Cultural da Cooperifa

Eu, Sérgio, Daniel e Jeferson

Ontem, 20/11/2008, rolou o dia do cinema na Mostra Cultural da Cooperifa com vídeos africanos a dar com pau e debate com Rogério Pixote, Daniel Fagunde (NCA) e Jeferson De com a mediação do Sérgio Gagliardi.
A conversa foi muito interessante, o Jeferson é um cara muito legal mas tinham umas perguntas que não poderiam faltar, né? Bom, perguntas que ele já deve estar cansado de ter que responder mas nunca tinha respondido pra nós.
Foi bom, teve gente que quase nos xingou, quis derrubar a mesa. Quase saiu: Jeferson, porco capitalista! e; Pixote e Daniel, invejosos!
Nada de mormaço, o chicote estralou, depois escrevo mais.
E ainda tá rolando a Mostra, peço desculpas por não ter postado nada antes, a correria tá grande. Se puder colar na Mostra, vale a pena.


Dá uma bizoiada na programação. É só clicar na imagem.

terça-feira, novembro 18, 2008

Fela Kuti no Cine desse mês

Clique na imagem


Neste mês será exibido o filme A Música é uma Arma, produzido pelos franceses Jean-Jacques Flori & Stéphane Tchalgadjieff, no qual mescla depoimentos do músico nigeriano Fela Kuti e cenas jornalísticas dos confrontos entre o Exército nigeriano e os civis. Faz um panorama histórico da resistência por parte da população africana à invasão das multinacionais no país.

Quem foi Fela Kuti
Fela Anikulapo Ransome Kuti (Abeokuta, 19381997) foi um multi-instrumentista nigeriano, músico e compositor, pioneiro da música afrobeat, ativista político e dos direitos humanos.

Fela Kuti nasceu em Abeokuta, no estado de Ogun, na Nigéria em uma familía de classe média. Sua mãe, Funmilayo Ransome-Kuti, foi uma feminista atuante no movimento anti-colonial, e seu pai, Reverendo Israel Oludotun Ransome-Kuti, um pastor protestante e diretor de escola, foi o primeiro presidente da União Nigeriana de Professores. Seus irmãos Dr. Beko Ransome-Kuti e Olikoye Ransome-Kuti, eram ambos conhecidos na Nigéria.
Quem é Salloma
Salloma" Salomão Jovino da Silva -Doutor em História Social pela PUC/SP; Educador, Músico e Pesquisador visitante do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fela_Kuti