quinta-feira, janeiro 19, 2012
sábado, maio 28, 2011
Estreia de Jennifer, direção e roteiro de Renato Candido
Local: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso
Endereço: Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha
Produção: Odun Formação e Produção
Patrocínio: York S/A, VAI, Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária USP, PROAC ICMS
domingo, maio 01, 2011
Noite dos Tambores
O CineBecos em parceria com o grupo Umoja produziu esta vinheta pra divulgar a Noite dos Tambores, evento que vai sacudir a Z/S. É dia 13 de Maio na Casa Popular de Cultura de M'Boi Mirim a partir das 19h. Estão todos convidados!
Grátis
sexta-feira, março 25, 2011
Dia 26/03 Videolência no Sesc Pinheiros: exibição e debate

Videolência - 58 min, São Paulo - Brasil/2009
Realização do Núcleo de Comunicação Alternativa:
O trabalho aborda os desafios enfrentados por grupos que trabalham
a produção de vídeo de maneira sócio-política fora do circuito comercial,
colocando em debate temas como vigilância, trabalho, periferia e representação.
Coletivos entrevistados:
CineBecos
Filmagens Periféricas
Brigada de Audiovisual da Via Campesina
Cinescadão
Cinema Nosso
Coletivo Artemanha
Ficha técnica:
Fernando Solidade Soares
Diego FF. Soares
Daniel FagundeS.
Paulo Pucci
A exibição será às 16hs no Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros (Próximo da igreja de pinheiros)
Após a exibição teremos um debate com Kiko Gofman (Cineasta e antropólogo), Luciana Dias (Coletivo CineBecos), Fernando Solidade Soares (NCA) e mediação de Guilhermo Aderaldo (Doutorando em antropologia Social pela USP).
O evento é gratuito e todos serão bem vindos, mas as vagas são limitadas então chegue
pelo menos uns 15 minutos antes para garantir o ingresso.
Nos vemos por lá!
segunda-feira, março 21, 2011
Ahlan Wa Sahlan! Sejam bem-vindos(as)!
| Olá Pessoal, As primeiras exibições do Cine Becos de 2011 serão em parceria com o II Festival Sul-Americano da Cultura Árabe são elas:
O Festival Sul-Americano da Cultura Árabe tem como objetivo refletir sobre as manifestações culturais árabes e as contribuições dos imigrantes. A intenção é fortalecer o vínculo entre a América do Sul e os Países Árabes com base no respeito à diversidade cultural e nos laços históricos, além de promover a cultura da paz por meio da aproximação dos povos. Mais de 12 milhões de árabes e descendentes vivem no Brasil e contribuem cultural, econômica e politicamente para as sociedades locais; apenas em São Paulo, são ao menos 2,5 milhões de pessoas. A programação deste II Festival conta com apresentações de vários segmentos artísticos. Confira a programação completa em: http://www.festivaldaculturaarabe.org/ |
quinta-feira, março 10, 2011
quarta-feira, julho 14, 2010
Edições Toró, Donde Miras e CDHEP convidam para o curso: “ Presença latino-ameFricana: ArteReflexão” - de 31/Jul a 04/Set, na zona sul paulistana.
Seis encontros aos sábados - de 31/07 a 04/09 - sempre das 14h às 18h
Programa do curso:
31/07 - “Literatura argentina frente às suas novas vozes", com Lucía Tennina (Professora de Literatura Brasileira e Portuguesa na Universidade de Buenos Aires. É pesquisadora visitante em Cultura Contemporânea, da Universidade Federal de Rio de Janeiro. Colabora em revistas acadêmicas e independentes, de Brasil e Argentina.) & "Cultura que brota da terra: povos indígenas no Brasil e suas lutas pelo território no século XXI", com Spensy Pimentel (Jornalista e antropólogo, hoje pesquisador na USP. Há 12 anos pesquisa os índios Guarani-Kaiowa, de Mato Grosso do Sul, estado onde nasceu).
07/08 - “Fotografia e 'o outro México rebelde': questões de olhar sobre novos movimentos sociais”, com Waldo Lao Fuentes Sánchez (Formado em Antropologia pela Escuela Nacional de Antropologia e Historia do México- ENAH, pós-graduando pelo PROLAM-USP. Atualmente é fotógrafo e colaborador de diversas meios independentes de comunicação) & "Salve, Hermanos!!! Hip Hop e(m) Cuba", com Mateus Subverso ( B. Boy e grafiteiro da Posse ‘Suatitude’ e integrante das Edições Toró. Também atua como designer gráfico e digital destes dois coletivos)
14/08 – “Cuba e Haiti: Atlântico Negro, culturas e interpretações”, com Amaílton Azevedo (Professor de História da África da PUC/SP) & “No chão da Martinica, a palavra de noite", com Luana Antunes Costa (Professora, pesquisadora em Literaturas Africanas e Afro-brasileira, escritora e tradutora. Doutoranda em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, pela USP).
21/08 - “A mátria das cordilheiras, mar, pampa, sierra, selva e sertão: arte & re-existência”, com Marcos Ferreira Santos (Músico e Arte-educador. Professor da Faculdade de Educação da USP)
28/08 - “Teatro, Negro, no Brasil: do TEN ao Bando Olodum", com Evani Tavares (Atriz, angoleira, doutora em Artes pela UNICAMP e autora do livro “Capoeira Angola como treinamento para o ator” & “Cinemas afro-sulamericanos”, com Lilian Solá Santiago (Cineasta, pesquisadora e curadora de mostras de cinema. Historiadora e professora de cinema)
Concepção e Diagramação de Cartaz e Apostilas: Mateus Subverso
Realização: Edições Toró, Donde Miras e CDHEP
Apoio: Nós por nós
Agradecimentos: Aos educadores que vêm na graça e na luta. E à comunidade que chega ou oferece atenção
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A miragem é aprender sobre as graças, os traços e os revides fundamentados aplicados no racismo, na escravidão que é tanta e diferente a cada dia, na agulha que insistem em colocar nas nossas palmilhas.
Pra que a teoria não morra de anestesia. E a pedagogia não definhe sem poesia.
quinta-feira, junho 24, 2010
Filmes – Mostra A Saga Negra do Norte de 17/07 a 15/08 no Museu Afro Brasil
terça-feira, junho 22, 2010
1 Festival de Cinema de Várzea
Pode conferir a programação no site
www.cinemadevarzea.com.br
Posto o cartaz de abertura, atrasado, mas vale a pena dar uma olhada no que já rolou.
segunda-feira, abril 26, 2010
Vamos chegando devagar
Depois da exibição tivemos o prazer de conversar com Oubi Inaê Kibuko um dos muitos personagens que aparecem no documentário. Passados quase 30 anos daquele momento registrado por Raquel Gerber, Oubi vem da Cidade Tiradentes compartilhar sua experiência, agora por detrás da câmera no seu filme Oriki. Orí-Oubi-Oriki...
Este momento está se recuperando ...
Porque é o momento histórico de recuperar este passado, para que esta linha tênue que liga o negro brasileiro ao outro homem africano, não seja uma linha que possa ser interrompida, que não haja um curto- circuito!"
Certamente ontem reforçamos esta linha tênue que hoje liga também Cidade Tiradentes a Piraporinha e a outras periferias deste Atlântico por meio dos pixels do vídeo.
quinta-feira, abril 22, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
Cine Becos na ativa com muitas novidades
Iremos retomar a boa e velha intinerância no formato “Cinema em Casa” e no formato de pequenas mostras em alguns espaços que nos fortalecem e que acreditamos.
Para o “Cinema em Casa”, queremos ser convidados e também nos convidaremos a adentrar sua casa, de preferência a garagem, para que a vizinhança, seus amigos, hehehe nossos amigos, possam curtir um bom filme de um jeito mais aconchegante. Se interessou? É só dar um toque que é serviço delivery!
E que tal assistir um filme surpresa indicado e apresentado por uma pessoa convidada pelo CineBecos para a sessão “Põe um do Bom”? . A lista de convidados interessantes é grande e é certo que os filmes por eles indicados também. E atenção! Um filme pode ser indicado por uma pessoa por qualquer razão: desde porque “marcou minha infância”, passando por: “foi durante este filme que dei meu primeiro beijo”, até “este filme é um marco histórico para a cinematrografia mundial”. Enfim, vá pensando aí que filme você gostaria de apresentar e compartilhar conosco no "Põe um do Bom"!
Além das intinerâncias, o Cine Becos continuará com a tradicional exibição do último domingo de cada mês na Casa Popular de Cultura do M’Boi Mirim. Em breve postaremos mais detalhes desta exibição e das outras novidades!
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Diretor fala sobre "Preciosa"
Lee Daniels durante as filmagens de "Preciosa"
http://ilustradanocinema.folha.blog.uol.com.br/
Lee Daniels, 50, é diretor de “Preciosa - Uma História de Esperança”, que chega hoje aos cinemas após ser indicado a seis Oscars, incluindo filme e direção. Ele é mais conhecido como produtor. Trabalhou em “A Última Ceia” (2001), vencedor do Oscar de atriz para Halle Berry, e “O Lenhador” (2004), com Kevin Bacon.
Sua estreia na direção aconteceu com o pouco comentado “Matadores de Aluguel” (2006), seguido de “Preciosa”, um conto de fadas do avesso, sobre uma adolescente cheia de problemas, analfabeta, obesa e mãe de dois filhos, resultado do estupro do pai. Entre cenas violentas, a personagem sonha com um mundo de glamour.
O filme é baseado no livro da autora americana Sapphire, “Push”,publicado nos anos 90.
Daniels é o segundo afro-americano a ser indicado ao Oscar de direção. E o primeiro a dirigir um filme indicado à estatueta de melhor filme.
Confira a seguir a entrevista com Lee Daniels. Ele fala como é ser gay na indústria do cinema, sobre Obama ser um grande cara, como é trabalhar com Lenny Kravitz e Mariah Carey, entre outros assuntos.
FOLHA - Li que até Madonna tentou comprar os diretos do livro de Sapphire para fazer um filme e não conseguiu. Como você fez para convencê-la?
LEE DANIELS - Sapphire viu um filme que eu fiz, “Matadores de Aluguel”, com Helen Mirren e Cuba Gooding Jr., e gostou. Mas eu a persegui por muitos anos. Acho que ela se cansou de me ver na cola dela e apenas desistiu. Eu liguei todos os dias, durante nove anos!
FOLHA -O que te chamou a atenção no livro?
DANIELS - Foi essa verdade brutal, como se alguém tivesse me dado um murro no estômago. Nunca tinha lido algo tão verdadeiro como isso.
FOLHA - O filme é bastante pesado, mas o livro consegue ser ainda mais duro. Como você decidiu o tom do filme?
DANIELS - Achei que o tom do filme tinha que ser... Veja bem, o público tinha que respirar. No livro, tantas coisas horríveis acontecem com ela, é pornográfico, eu não poderia filmar tudo. Por isso criei esse mundo de fantasia [quando ela sonha que é famosa], o que realmente ajuda o público. A gente precisa respirar depois de ver algumas das coisas que se passam no filme, é preciso tempo para digerir algumas cenas. Então acho que o humor, o riso, ajudam a digerir a devastação que estamos testemunhando.
FOLHA - A Sapphire participou do processo de adaptação e filmagens?
DANIELS - Não. Ela ajudou um pouco no roteiro, deu algumas sugestões. E ela é um extra no filme também, achei que isso me traria um pouco de boa sorte.
(atenção! spoilers)
FOLHA - Quem é ela no filme?
DANIELS - Bem antes do final, quando Precious deixa seu bebê com uma pessoa na creche antes de ir encarar a mãe. Sapphire é essa mulher da creche.
FOLHA - E como você encontrou Gabourey Sidibe [atriz estreante que faz Precious, indicada ao Oscar de atriz]?
DANIELS - Eu entrevistei umas 500 meninas. E Gaby apareceu e foi incrível, amor à primeira vista. Ela é tão esperta. As outras meninas também eram preciosas, mas...
FOLHA - Gabourey disse numa entrevista que o filme traz muitas mensagens, mas que a maior delas é “esperança”. Você concorda? Qual a principal mensagem para você?
DANIELS - Aprender a amar a si mesmo. Porque você vê, Mary [a mãe abusiva interpretada por Mo’Nique, indicada ao Oscar de atriz coadjuvante] se amava no começo. Ela nunca teria feito mal a Precious. Mas Mary é uma vítima também.
FOLHA - E com uma história tão pesada assim, como era o clima no set de filmagens?
DANIELS - Ah, era maravilhoso, como uma festa. A gente dançava, ria. Mariah Carey cantava, Lenny Kravitz tocava guitarra. Era muito amor. [Carey interpreta uma funcionária do serviço social, e Kravitz, um enfermeiro]
FOLHA - E como foi convencer Mariah Carey a filmar sem maquiagem alguma? [numa entrevista à revista “Empire”, Gabourey disse que Carey reclamava todo os dias]
DANIELS - Não, não foi problema, ela me deu tudo o que eu queria. Confiou em mim.
FOLHA - E como aconteceu o convite para ela fazer o filme?
DANIELS - Helen Mirren ia fazer seu papel, mas ela conseguiu outro trabalho e me ligou. E Mariah Carey me ligou três horas depois e eu disse: “Não posso falar agora, estou trabalhando”. E ela: “Em quê?” E eu: “Push”. E ela: “Oh, eu conheço esse livro”. Aí eu liguei para Helen de volta e perguntei o que ela achava de Mariah. E Helen disse: “Eu acho que é uma grande ideia, porque se eu fizer, é esperado; mas se Mariah fizer, é inesperado. Vai fundo”.
FOLHA - E com Lenny Kravitz? Ele é meio que um alter ego seu no filme, já que você trabalhou com enfermeiros no passado? [Daniels criou sua própria agência de enfermagem aos 21 anos e depois a vendeu por US$ 2 milhões e foi ser produtor de cinema]
DANIELS - Não, nunca pensei nisso antes, mas é interessante. Talvez de uma forma inconsciente? Mas Lenny e eu somos grandes amigos. Foi apenas confiança. Ele nunca tinha lido o livro. Eu liguei, disse que tinha um trabalho para ele, e ele veio. Disse que seria uma honra.
FOLHA - Os filmes que você dirige ou produz têm sempre um tema pesado. Por quê?
DANIELS - É inconsciente, eu sou muito atraído a essas coisas a cada filme que passa. Não planejo fazer filmes obscuros, você sabe... Mas, de alguma maneira, isso acaba acontecendo. Eu não entendo, fico confuso, não tenho a resposta.
FOLHA - E sobre o que será seu próximo filme? Li que você vai rodar “Selma”, sobre as manifestações em 1965 pelos direitos civis dos negros. É verdade?
DANIELS - Pode ser “Selma”, talvez. Não me sinto confortável para falar disso, estamos muito no começo. Na verdade, estou desenvolvendo várias coisas: um musical sobre drag queens, vou dirigir “Miss Saigon”. “Selma” é um projeto muito importante, mas odeio ficar falando de coisas, de ficar zicando. É como falar de Oscar. Não gosto de zica. Me deixa muito nervoso, entende?
FOLHA - Mas é verdade que Robert De Niro estaria no elenco de “Selma”?
DANIELS - Robert De Niro é um grande amigo meu. Estamos negociando para fazer um filme juntos. Não sabemos ainda qual.
FOLHA - E o que mudou na sua percepção de diretor com esse segundo filme?
DANIELS - Eu mudei como homem, eu cresci. Acho que em cada filme você cresce [...] Lembro que eu estava na Espanha com meu namorado e nós fomos ao cinema, era o lançamento de “Matadores de Aluguel” [2005]. Meu namorado não queria ir, ele realmente queria deixar esse filme para trás, mas eu queria ver meu filme em outro país, sabe? Você acredita que eu e ele éramos os únicos dentro do cinema, na noite de estreia? Essa foi, sem dúvida, uma experiência horrível.
Mas eu amo todos os meus filmes. Amo “Preciosa” tanto quanto “Matadores” [...] Se eu faço as coisas diferentes hoje? Não sei, talvez, mas eu era outro cara então. Se fosse um diretor italiano fazendo “Matadores”, seria outro filme completamente diferente.
FOLHA - E como a comunidade negra nos EUA recebeu “Preciosa”?
DANIELS - Eles amaram. Mas não me pergunte sobre aquele único indivíduo que odiou, que disse tudo aquilo. É sobre isso que você vai perguntar agora?
FOLHA - Não, mas o que aconteceu? [entre muitas críticas positivas, o filme recebeu algumas negativas, afirmando que “Preciosa” retratava os negros de forma muito depreciativa]
DANIELS - Tem um cara que ficou chateado, que diz que a gente faz com que pessoas negras apareçam de forma não muito positiva. E os jornais publicaram isso, com esse único cara falando. Mas, você sabe, as pessoas sabem da verdade. E acho que essa é a razão dos afro-americanos terem abraçado este filme com amor. E, para minha surpresa, o universo abraçou o filme. Pessoas de todas as cores e credos abraçaram o filme.
FOLHA - Você costuma falar abertamente sobre as dificuldades que passou na infância, sobre seu pai abusivo, sobre seu uso de drogas [que o levou a ter um ataque do coração]. Você também não tem problemas em falar que é gay. Isso tudo, essa franqueza, é uma coisa rara na indústria do cinema, não?
DANIELS - Não acho que seja uma coisa rara. Não sei por que as pessoas acham isso uma grande coisa sobre mim. Todos os meus amigos são abertos [em ser gay], como Tom Ford, que fez “Single Man”, Andre Leon Talley, editor da “Vogue”. Todas essas pessoas estão fora do armário, felizes.
FOLHA - Mas eu estava falando da indústria do cinema, não do povo da moda.
DANIELS - Acho que a maioria deles é gay [na indústria do cinema]. Eles só não querem sair do armário. Mas a vida é muito curta para viver uma mentira. E Deus me perdoe se alguém descobrir algo sobre mim e escrever sobre isso. Não! Aqui está toda a minha merd***, não tenho nada para esconder, entende?
FOLHA - E o que você está achando da administração Obama?
DANIELS - Sinto que ele está mudando o mundo. Como ele disse antes, a mudança leva tempo. Acho que as pessoas estão esperando pacientemente. Pelo menos os democratas estão. Acho que ele fez coisas incríveis, cometeu alguns erros, mas ele reconheceu seus erros, o que o faz um homem único e maravilhoso.
FOLHA - Mas há uma certa decepção com ele, não se pode negar, não?
DANIELS - Sabe de uma coisa? Ele percebeu que... Ele não era presidente quando ele fez aquelas promessas de campanha. Informação não era dada a ele, porque ele não fazia parte do circo, da bolha. Então, foi difícil para ele fazer previsões.
Clariô: Cinbecos e NCA
Dê uma conferida no vídeo.
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www.espacoclario.blogspot.com
segunda-feira, janeiro 18, 2010
sexta-feira, dezembro 04, 2009
Etnodoc. Edital para documentários sobre patrimônio histórico imaterial
Mando aqui a letra. Está aberto o edital para documentários etnográficos. Vinte minutos (TV), oitenta mil reais, pessoa física. Abaixo um trecho do texto do site.
Oriundo de projeto mais amplo, intitulado “Sensibilização e orientação para salvaguarda do patrimônio cultural imaterial”, o Edital de apoio a documentários etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial – Etnodoc – foi criado a partir de um grupo de trabalho composto por especialistas do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e do Departamento de Patrimônio Imaterial, do Iphan. Coube à Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro a gestão do projeto, patrocinado pela Petrobras.
O Etnodoc destina-se a apoiar 15 projetos inéditos de documentários etnográficos, de média duração, voltados para exibição em redes públicas de TV.
Busca, com isso, somar esforços e ampliar as ações voltadas para a valorização e promoção dessa dimensão do patrimônio cultural, assim como estimular iniciativas voltadas para a melhoria das condições de transmissão, produção e reprodução dos bens culturais que compõem esse universo.
Aqui você vai saber mais.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
CONTOS DE BAIRRO NA GALERIA OLIDO
Amanhã Talvez
Baseado no conto de Sérgio Vaz
Direção: Rogério Pixote
Elenco: Evânio Telles, Sérgio Carozzi e Tatiana Godói
Controle remoto, bebida, TV, a Morte. A Morte e a vida de Manoel.
Baseado no conto de Tico
Direção: Paula Szutan e Bel Mercês
Elenco: Daniel Granieri, Julia Ianina, Ney Piacentini e Nina Barg
Trilha Sonora: Gunnar Vargas
Mas no mesmo dia acontece algo inesperado com a tia dele.
Realização: Coletivo Arte na Periferia e Programa VAI
Produtoras: HL Filmes e Tatarana Filmes
Apoio: Revista de Cinema
domingo, novembro 29, 2009
FILME SOBRE DEXTER PROVOCA MANIFESTO DO CANTOR
Eu, como admirador do réper Dexter não podia perder a chance de conversar com ela e fazer algumas perguntas. A saída estava cheia de ti ti ti em cima dela, achei melhor ficar de boa e um dia, vai saber, trocar idéia com o próprio mano.
O filme é uma narrativa que trabalha com Dexter, Afro-x e a formação do grupo 509-E no Carandiru até o final da parceria. Afro-X recebe a liberdade e Dexter continua atrás das grades até hoje.
O filme tem uns pontos bacanas, uns registros importantes, como o debate num programa de TV em que a dupla bate de frente com um político tipo: "Deus cria a ROTA mata". Essa discussão inviabilizou as apresentaçõesdo 509-E posteriormente.
Mas no geral mesmo, me pareceu uma novela, a diretora que me perdoe, mas é o que achei e que gostaria de conversar com ela.
O trampo se alicerça na relação que Dexter manteve ou mantém com uma professora de teatro que o conheceu dando aulas no Carandiru, as brigas do casal e enttre Dexter e Afro-X. Sei lá, coisa estranha demais.
Sabe aquela coisa de uma relação burguesa com o exótico? Apois... velho caso, né?
Agora, o documentário foi lançado comercialmente e Dexter soltou um manifesto do lado de lá da muralha contra o que ele tomou ciência do filme. A produção não apresentou pra ele.
Entendo muito bem como é esse negócio de apresentar o filme pro personagem do filme ou colaboradores. O Sérgio Vaz ainda deve tá puto comigo porque ainda não passei pra ele uma cópia do Amanhã, Talvez , os atores também, mas pelo menos tenho uma boa desculpa, quero entregar pelo menos numa capinha decente. Agora, no caso de Entre a Luz e a Sombra parece ser diferente.
Seria uma boa convidar a diretora para uma exibição no CineBecos, ou com o pessoal do NCA, ou com todo mundo que exibe, talvez role no Cinema na Laje, visto que o pessoal lá tem mais contato com o Dexter.
Enfim, confiram o treiler e um pedaço do manifesto do Dexter:
"Pela sinopse entendo que o foco apresentado no início da proposta, adotou outro rumo. A intenção era que o mesmo mostrasse que a recuperação do ser humano que se encontra privado de sua liberdade é totalmente possível, desde que a própria pessoa se interesse por sua vida e seu futuro. E não relações humanas individualizadas, com temáticas corriqueiras a qualquer programa comercial de TV. (isso obviamente baseado no pouco material que tive contato). Com certeza isso não faz parte dos meus objetivos.
http://oitavoanjodexter.blogspot.com/





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